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20/07/2022 – Investing - SP

Distribuidores de aços planos tiveram ligeiro crescimento de vendas em junho sobre um ano antes, mas reduziram compras em meio ao ambiente de incerteza cambial e dificuldades logísticas, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela associação que representa o setor, Inda.

As vendas de aços planos no mês passado somaram 302,8 mil toneladas, queda de 2,9% ante maio, mas crescimento de 1% ante junho de 2021. Já as compras recuaram 13,9% na comparação mensal e tiveram queda de 9,1% na anual, para 315,7 mil toneladas.

As importações do setor em junho caíram 18,2% sobre o mês anterior e despencaram 49% ante um ano antes, para 115 mil toneladas.

A expectativa da entidade para julho é de alta de 1,5% nas vendas ante junho, com compras avançando 3% na mesma comparação. Para o ano, a previsão é de crescimento de 3% a 5% nas vendas.

Analistas do Itaú BBA citaram que a expectativa da entidade para as vendas de aços planos decorre de uma fraca base de comparação com o segundo semestre, demanda resiliente nos segmentos de máquinas e energia e níveis menores de importações.

Além disso, os analistas mencionaram que os preços de aços planos podem recuar nos próximos meses diante da queda nos custos com insumos como minério de ferro.

20/07/2022 – Correio Braziliense - DF

As vendas de aços planos tiveram leve alta em junho. Conforme a Inda, associação que representa as empresas do setor, elas totalizaram 302,8 mil toneladas, o que representa um acréscimo de 1% em relação ao mesmo período do ano passado. O ritmo deverá se manter em julho com a expectativa de alta de 1,5% no mês.

21/07/2022 – Portal Fator Brasil - RJ

Compras — As compras do mês de junho registraram queda de 13,9% perante a maio, com volume total de 315,7 mil toneladas contra 366,7 mil. Frente a junho do ano passado (347,3 mil toneladas), apresentou queda de 9,1%.

Vendas — As vendas de aços planos em junho contabilizaram queda de 2,9% quando comparada a maio, atingindo o montante de 302,8 mil toneladas contra 312 mil. Sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 300 mil toneladas, registrou alta de 1%.

Estoques — Estoque de junho obteve alta de 1,7% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 789,3 mil toneladas contra 776,4 mil. O giro de estoque fechou em 2,6 meses.

Importações — As importações encerraram o mês de junho com queda de 18,2% em relação ao mês anterior, com volume total de 115,1 mil toneladas contra 140,6 mil. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior (226 mil toneladas), as importações registraram queda de 49,1%.

Projeções — Para julho de 2022, a expectativa da rede associada é de que as compras tenham uma alta de 3% e as vendas uma alta de 1,5% em relação ao mês de junho.

SIDERURGIA

13/07/2022 – Monitor Digital - RJ

As exportações de sucata ferrosa, insumo usado na composição de aço pelas usinas siderúrgicas, atingiram apenas 12.830 toneladas em junho, uma queda acentuada de 72% em comparação com o mesmo mês do ano passado, quando alcançaram 45.641 toneladas. No primeiro semestre, os números das vendas externas de sucata ainda são positivos, com um total de 231.498 toneladas, um aumento de 28% em relação às 180.695 toneladas em janeiro a junho de 2021, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.

A retração nas exportações se deve, segundo o Instituto Nacional da Reciclagem (Inesfa), entidade que representa os mais de 5,6 mil processadores de recicláveis, a uma oferta maior do insumo no exterior, o que reduziu a demanda pela sucata brasileira.

As empresas de sucata ferrosa tradicionalmente comercializam no mercado interno mais de 90% do volume, só vendendo externamente o excedente não consumido no Brasil, para garantir a sobrevivência do setor em momentos de baixa na demanda local. Após um período de valores artificialmente altos no país, desde junho há um corte de preços pagos pelas usinas siderúrgicas.

De acordo com a (A Associação Latino-americana de Aço) Alacero, em 2021 foram gerados mais de 100 mil empregos na indústria siderúrgica regional, superando o número anterior à pandemia (2019). Esse aumento representa uma alta de 8,3% com relação a 2020, ano em que 93 mil postos de trabalho foram perdidos. Com isso, o setor na América Latina atingiu 1,3 milhão de empregos, um resultado fundamental para a recuperação econômica após a crise sanitária.

22/07/2022 – Valor - SP   

O volume atingiu 11,78 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período do ano passado, o consumo doméstico somou 13,95 milhões de toneladas.

O consumo aparente de produtos siderúrgicos no mercado brasileiro fechou o primeiro semestre com retração de 15,6% ao se comparar com igual período do ano passado, quando a demanda por aço foi intensa no país. Havia uma forte procura tanto para atender o consumo quanto para equilíbrio dos estoques por parte de clientes.

Segundo dados do Instituto Aço Brasil divulgados nesta tarde, o volume atingiu 11,78 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, o consumo doméstico somou 13,95 milhões de toneladas.

O desempenho deste ano, observa Marco Polo de Melo Lopes, Presidente do Aço Brasil, porém é 13,1% superior ao de 2019, ano anterior ao da pandemia de covid-19. “Se as vendas e o consumo no ano forem iguais aos de 2021, mesmo assim será o segundo melhor na década. Se caírem 7%, ainda continuam sendo o quarto melhor resultado do setor no período”, afirmou Lopes. “Este será um ano bom para a siderurgia brasileira.”

Segundo Lopes, a direção do Aço Brasil decidiu, por ora, manter a previsão definida em fevereiro para 2022 — alta de 2,2% na produção de aço bruto, 2,5% nas vendas internas, 1,5% no consumo aparente (venda interna mais importações) e de 1,5% nas exportações. Para as importações, previa-se recuo de 12%.

No semestre, as vendas internas registraram retração de 14,6%, com 10,25 milhões de toneladas comercializadas de aços planos e longos laminados. Ao se considerar apenas aços planos, a queda foi maior, de 17,2%, sobre o mesmo semestre do ano passado.

As exportações, por sua vez, mantiveram a rota de alta: 27,6%, com embarques de 6,65 milhões de toneladas. Ao se comparar com os mesmos seis meses de 2019, verifica-se queda de 0,7%.

Com o mercado interno ajustado entre oferta e demanda, as empresas têm elevado suas vendas ao exterior, ao mesmo tempo que as importações de aço vêm mostrando desaceleração. No primeiro semestre, a entrada de material caiu 39,4% ante janeiro a junho de 2021, registrando 1,53 milhão de toneladas.

25/07/2022 – Valor - SP   

A indústria siderúrgica mundial ofertou ao mercado 158,1 milhões de toneladas de aço bruto.

A indústria siderúrgica mundial reportou queda de 5,9% na produção de aço bruto (material não laminado) em junho, comparado com um ano atrás, ofertando ao mercado 158,1 milhões de toneladas, informou a World Steel Association (Worldsteel), que tem sede em Bruxelas, na Bélgica.

Os 64 países que divulgam informações à Worldsteel respondem por aproximadamente 98% do volume total de aço bruto produzido no mundo em 2021.

Maior fabricante global de aço, a China fabricou no mês passado 90,7 milhões de toneladas, um recuo de 3,3% ante junho do ano passado. O volume da siderurgia chinesa representou 57,3% do total do mundo.

26/07/2022 – Brasil Mineral - SP

As vendas internas alcançaram 10,3 milhões de toneladas entre janeiro e junho, uma retração de 14,6% na comparação com o mesmo semestre de 2021.

Segundo dados do Instituto Aço Brasil (IABr), a produção de aço bruto somou 17,4 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2022, uma queda de 2,8% em relação ao mesmo período de 2021. A produção de laminados foi de 12 milhões de toneladas e a de semiacabados para vendas 4,309 milhões de toneladas, um recuo de 9,2% e aumento de 4,6%, respectivamente, no período.

As vendas internas alcançaram 10,3 milhões de toneladas entre janeiro e junho, uma retração de 14,6% na comparação com o mesmo semestre de 2021. O consumo aparente chegou a 11,8 milhões de toneladas até junho, 15,6% inferior na comparação com o primeiro semestre de 2021. As importações atingiram 1,5 milhão de toneladas no semestre, 39,4% a menos que no mesmo período do último ano. Em valor, as importações somaram US$ 2,3 bilhões, um leve recuo de 0,8%. Já as vendas externas atingiram 6,6 milhões de toneladas, um aumento de 27,6% em relação ao primeiro semestre de 2021, e renderam US$ 6 bilhões, alta de 54,5%.

ECONOMIA

04/07/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 8,8 bilhões em junho. O valor é a diferença entre as exportações, de US$ 32,7 bilhões, e as importações, de US$ 23,9 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia divulgados nesta sexta-feira, 1º.

No primeiro semestre, o superávit acumulado é de US$ 34,2 bilhões. A média diária das exportações registrou em junho aumento de 15,6%, com alta de 30,4% em agropecuária, crescimento de 38,5% em indústria da transformação e queda de 24,3% em produtos da indústria extrativa.

Já as importações subiram 33,7%, com alta de 22,8% em agropecuária, crescimento de 144,4% em indústria extrativa e de 27,9% em produtos da indústria da transformação, sempre na comparação pela média diária.

06/07/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

A produção industrial brasileira registrou um aumento de 0,3% em maio na comparação com abril, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 5, pelo IBGE. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, de aumento de 0,5%, segundo o Projeções Broadcast.

Em relação a maio de 2021, a produção subiu 0,5%. Nessa comparação, as estimativas variavam de um recuo de 1,1% a alta de 2,7%, com mediana positiva de 0,7%. No acumulado do ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior, a indústria teve uma queda de 2,6%. Em 12 meses, a produção acumula recuo de 1,9%.

De acordo com o IBGE, entre as atividades monitoradas, as influências positivas mais importantes vieram dos grupos máquinas e equipamentos (7,5%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (3,7%). Essas duas categorias voltaram a crescer, depois de um recuo no mês anterior (-3,1% e -4,6%, respectivamente).

08/07/2022 – Exame - SP

Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

O percentual ficou abaixo do apurado em maio (0,69%). O indicador acumula alta de 7,84% em 2022 e 11,12% em 12 meses. Em junho do ano passado, o IGP-DI havia subido 0,11% com alta acumulada de 34,53% em 12 meses.

De acordo com o coordenador dos Índices de Preços do Ibre, André Braz, a desaceleração foi impactada pela baixa nas commodities.

“O recuo dos preços de grandes commodities abre espaço para a desaceleração da inflação ao produtor. O risco de recessão em grandes economias contribui para o recuo dos preços do milho (de -0,10% para -3,30%), do minério de ferro (de -4,61% para -1,63%) e da soja (de 2,76% para -0,81%)” disse.

11/07/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

A alta de 0,67% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho foi a variação mais elevada para o mês desde 2018, quando o índice foi de 1,26%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês de junho de 2021, o IPCA tinha sido de 0,53%.

A taxa em 12 meses passou de 11,73% em maio para 11,89% em junho. O acumulado em 12 meses está no patamar de dois dígitos há dez meses consecutivos. A última vez que a inflação ficou tanto tempo em dois dígitos foi entre novembro de 2002 e novembro de 2003.

“De fato está mais alta do que tinha se observado nos últimos anos”, confirmou Pedro Kislanov, gerente do Sistema de Índices de Preços do IBGE. A meta de inflação para este ano perseguida pelo Banco Central é de 3,5%, que tem teto de tolerância de 5%.

25/07/2022 – Investing - SP

O Ministério da Economia está preparando um decreto com o objetivo de fazer valer o corte de 35% nas alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que foi anunciado em abril, mas acabou parcialmente suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), informaram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto. O texto está em elaboração no Ministério da Economia e ainda passará por análise da Casa Civil. Após a edição, também deve ser objeto de avaliação pelo Supremo, já que ainda não houve decisão final sobre a matéria na Corte.

“O corte final será de 35% e a Zona Franca de Manaus seguirá preservada”, afirmou a fonte, ressaltando que a redução do tributo deve valer para cerca de 4.000 itens produzidos no país.

Técnicos do Ministério da Economia vêm argumentando que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, gerou insegurança jurídica e não deixou claro o universo de produtos contemplados pelo corte, fazendo com que empresas tenham interpretações diferentes sobre a medida e acabem recolhendo o tributo de forma distorcida.

Inicialmente, o governo reduziu as alíquotas do IPI em 25% em fevereiro, em movimento para conter a inflação e dar um impulso à indústria. A medida contrariou as empresas que operam na Zona Franca de Manaus, que são isentas do pagamento do IPI e podem gerar créditos tributários equivalentes à incidência do imposto para abater do pagamento de outros tributos.

No fim de abril, o governo estendeu o corte do IPI para 35% por meio de um novo decreto, mas anunciou que os produtos que correspondem a 76% do faturamento da Zona Franca estavam sendo incluídos em uma lista de exceção, não sendo afetados pela redução adicional do tributo.

No mês seguinte, Moraes suspendeu os efeitos do corte de IPI para produtos fabricados pela Zona Franca, atendendo a pedido do partido Solidariedade. Na decisão, Moraes argumentou que a medida poderia afetar a competitividade da indústria instalada em Manaus.

29/07/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou a 0,21% em julho, após alta de 0,59% em junho, informou nesta quinta-feira, 28, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Estadão/Broadcast, de 0,30%. O levantamento tinha piso de 0,13% e teto de 0,75%.

A inflação acumulada em 12 meses pelo IGP-M arrefeceu de 10,70% para 10,08%, também abaixo da estimativa intermediária do mercado, de 10,18%. No ano até julho, o indicador acumula alta de 8,39%.

AUTOMOTIVO

06/07/2022 – Valor – SP

O licenciamento de veículos em junho caiu 2,39% na comparação com o mesmo mês de 2021, num total de 178 mil unidades. Já no acumulado do ano, a retração foi maior, de 14,53%, com 917,9 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados no primeiro semestre.

O resultado ainda é reflexo, em grande parte, da falta de componentes, principalmente semicondutores, o que tem levado várias fábricas a reduzir o ritmo de produção por meio de férias para os empregados e redução de jornada. Ao mesmo tempo, o resultado pode revelar queda de demanda, já que o mercado de veículos tende a ser um dos primeiros a refletir a questão conjuntural, com pressão inflacionária e é fortemente afetado pela alta dos juros.

O resultado na primeira metade do ano levou a direção da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave) a rever a projeção feita no início do ano. A entidade que representa os concessionários de todo o país anunciou, em janeiro, a expectativa de expansão de 4,6% no mercado de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus na comparação com 2021. Isso representaria a venda de 2,216 milhões de unidades. A nova projeção, divulgada hoje, indica um volume igual ao do ano passado - 2,119 milhões de veículos.

Para o presidente da Fenabrave, Andreta Jr, o resultado de junho não chega a desanimar. Segundo ele, a queda em comparação com maio, que chegou a 4,81%, ocorreu porque o número de dias úteis no mês passado foi menor que o anterior, o que traz impacto no movimento das revendas.

11/07/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

Na produção, a expectativa agora é de crescimento de 4,1%, com 2,34 milhões de veículos, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, a serem montados no resultado final do ano. No início de 2022, a expectativa da Anfavea era terminar 2022 com crescimento de 9,4% sobre o total produzido em 2021.

Já a expectativa de crescimento das vendas de veículos no Brasil, que era de 8,5%, foi reduzida a apenas 1%. Se confirmado o prognóstico, o ano terminará com 2,14 milhões de veículos comercializados.

Por outro lado, a associação está mais otimista em relação às exportações, que, conforme as novas projeções, devem subir 22,2%, chegando a 460 mil veículos. Antes, a previsão era de alta de 3,6% dos embarques a mercados internacionais.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

12/07/2022 – Valor - SP

Volume vendido pela indústria ao varejo caiu 19% até maio; na linha branca, recuo foi de 24%

As vendas da indústria de eletrônicos e eletrodomésticos neste ano devem, na melhor das hipóteses, empatar com o volume vendido em 2021, mesmo com a Copa do Mundo em novembro. A projeção é da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). No ano passado foi registrada queda de 7,2% em relação a 2020.

Esse cenário não é muito diferente do que está ocorrendo no resto do mundo. A empresa de dados Statista projeta recuo de 2,7% na venda em valor (não estima volume) em 2022, mesmo com alta inflação nos preços desses produtos nos países, o que indica volumes vendidos menores, após a crise nas cadeias de suprimentos.

No Brasil, de janeiro a maio houve queda de 19% nas vendas em volume ao varejo em relação ao mesmo período do ano passado, diz a Eletros, para 31,4 milhões de unidades. O recuo reflete a base mais forte de comparação - o setor ainda se beneficiava no começo de 2021 do auxílio emergencial - e a desaceleração na demanda de bens atrelados ao crédito e juros.

28/07/2022 – Investing - SP

No primeiro semestre deste ano, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos acumulou queda de 3,7% na receita líquida de vendas, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados hoje (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a receita líquida total do setor no semestre somou R$ 150,6 bilhões.

A receita interna somou R$ 121,2 bilhões, queda de 4,8% em relação ao mesmo período de 2021, enquanto o consumo aparente ficou em R$ 187,5 bilhões, o que representou uma queda de 7,3% na mesma comparação.

Por outro lado, as exportações cresceram 29,2% no semestre, totalizando cerca de US$ 5,6 bilhões. As importações também cresceram, com aumento de 10,7% ante o primeiro semestre do ano passado, somando US$ 11,6 bilhões.

AGRÍCOLA

06/07/2022 – IstoÉ Dinheiro - SP

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, tiveram crescimento de 11,05% em maio quando comparadas ao mesmo mês do ano passado. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 5, pela Fenabrave, associação que, além das concessionárias de automóveis, representa revendedores de equipamentos usados no campo.

No total, 5.487 unidades foram entregues a produtores rurais no quinto mês do ano, um recuo de 9,6% frente ao volume de abril.

Ao contrário das vendas de carros, que podem ser atualizadas diariamente com base nos licenciamentos diários de veículos, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados pela Fenabrave com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de carros, cujos resultados divulgados hoje pela associação já são relativos a junho.

Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas de máquinas agrícolas somaram 25.685 unidades, alta de 26,6% em relação a igual período do ano passado.

15/07/2022 – Agrolink - RS

Com elevação do índice de preços em 28,5% comparado ao mesmo mês do ano anterior, as exportações brasileiras do setor agropecuário atingiram o valor recorde da série em junho de 2022: US$ 15,71 bilhões (+31,2%). Também houve expansão de 2,1% no volume embarcado.

As importações de produtos do agronegócio foram de US$ 1,53 bilhão (+19,8%), com alta de 17,9% dos preços médios e 1,6% do quantum importado.

Os destaques de junho/2022 ficaram com as exportações recordes do complexo soja, carnes (frango e bovina) e café.

Acumulado do ano

No primeiro semestre de 2022, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 79,32 bilhões (+29,4%), valor recorde para o período. A expansão ocorreu devido à alta dos preços (+27,7%), enquanto o quantum exportado subiu menos (+1,3%). O agronegócio representou 48,3% das exportações totais brasileiras nos seis primeiros meses de 2022.

As importações do agronegócio alcançaram US$ 8,14 bilhões no semestre (+8,5%), totalmente influenciadas pela variação dos preços médios (+17,7%), já que o índice de volume caiu: -7,8%. Este valor não inclui os insumos importados para produção agropecuária.

21/07/2022 – Valor - SP

Depois de estagnar no início do segundo trimestre, o PIMAgro, índice do Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) que mensura o ritmo da atividade em diferentes ramos que fazem parte do setor, retomou, em maio, a trajetória de alta que começou a ser ensaiada em novembro de 2021. O indicador subiu 1,5% em relação a abril e 0,9% em comparação com maio do ano passado.

“Mesmo assim, esse maior volume de produção em maio último não foi suficiente para que a produção nos primeiros cinco meses de 2022 superasse o resultado do mesmo período de 2021”, destacou o FGV Agro. Nessa comparação, o índice recuou 0,6%.

O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta de maio foi garantida por um incremento de 1,9% no grupo formado por produtos não-alimentícios, puxado por insumos (10,5%), têxteis (2,3%) e pelo ramo florestal (0,7%). No segmento de produtos alimentícios e bebidas, a variação interanual foi levemente negativa (0,1%), em decorrência sobretudo de uma queda de 9,2% na área de alimentos de origem vegetal.

De janeiro a maio, a queda de 0,6% foi determinada pelo recuo de 2,1% no grupo de produtos não-alimentícios, principalmente por causa de declínios nas áreas de biocombustíveis (16,8%), têxteis (11,3%) e borracha (5,9%). Em alimentos e bebidas, houve aumento nesse intervalo, de 0,8%.

CONSTRUÇÃO CIVIL

11/07/2022 – Agência Brasil - DF

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 1,65% em junho. É a segunda maior taxa do ano, ficando atrás apenas dos 2,17% de maio. O indicador acumula 7,52% no primeiro semestre e 14,53% em 12 meses.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a alta, o custo nacional da construção, por metro quadrado, é de R$ 1.628,25 em junho.

O metro quadrado da mão de obra subiu 2,35% no mês e passou a custar R$ 653,78. Já os materiais de construção tiveram alta de 1,19% e passaram a custar R$ 974,47 por metro quadrado.

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