InfraRoi - SP 23/01/2026
No cenário logístico global e brasileiro, modelos elétricos de empilhadeiras ganham mais espaço em centros de distribuição, portos e indústrias. Empresas do setor logístico estão cada vez mais alinhadas às estratégias ambientais, sociais e de governança (ESG), ao mesmo tempo em que buscam reduzir custos operacionais e dependência de combustíveis fósseis. Dados da Modor Intelligence confirmam a tendência: mercado global de empilhadeiras elétricas foi estimado em cerca de US$ 49,98 bilhões em 2025 e deve crescer até aproximadamente US$ 64,15 bilhões até 2030, com uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 5,1%.
Segundo Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, marca de equipamentos para manuseio e transporte de cargas e baterias de lítio, o avanço das empilhadeiras elétricas representa um duplo ganho para o setor: "Por um lado, reduzimos significativamente as emissões de gases de efeito estufa e o impacto ambiental das operações; por outro, as empresas estão percebendo que esses equipamentos reduzem custos operacionais no curto a médio prazo", afirma.
Menor custo de operação também é atrativo para empilhadeiras elétricas
Além de emissões zero durante a operação, onde cada empilhadeira elétrica à lítio pode evitar a emissão de, no mínimo, 21 toneladas de CO2 por ano em operações de dois ou três turnos, as máquinas oferecem economia relevante quando comparadas com os modelos a combustão. Conforme Mello, empilhadeiras elétricas podem reduzir os custos operacionais por hora em 50% a 75% em comparação com modelos a combustão interna, considerando despesas de energia e manutenção.
Essa redução de custos se reflete também em menor necessidade de intervenções mecânicas, já que os equipamentos elétricos têm menos peças móveis e exigem menos manutenção preventiva. A combinação de menor consumo de energia elétrica com a eliminação de despesas com trocas de óleo e filtros contribui para uma operação mais contínua e econômica ao longo do ano.
"A adoção massiva de empilhadeiras elétricas pode impulsionar a implementação de infraestrutura energética mais eficiente nos pátios e armazéns, com estações de recarga e baterias de íons de lítio que estendem a autonomia operacional. Essas tecnologias, além de atenderem às demandas de eficiência, ajudam as empresas a cumprir metas de sustentabilidade e atraem investimentos alinhados a critérios ESG mais exigentes", finaliza o diretor da Tria.
Fonte: http://infraroi.com.br/mercado-de-empilhadeiras-eletricas-deve-crescer-51-ao-ano-ate-2030/
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