03 de Julho de 2020
 SIDERURGIA
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Usiminas anuncia reajuste de 10% nos preços a partir de  hoje, dizem fontes

Revista Arquitetura & Aço 02/07/2020


Muito aço vai suportar o peso da nova união entre o Brasil e o Paraguai. É que uma nova ponte está sendo construída sobre o Rio Paraná, para ligar as cidades de Foz do Iguaçu (PR) e Presidente Franco, em território paraguaio.

“É verdadeiramente um momento histórico, pois sabemos que é um sonho de mais de 30 anos”, avaliou o general Joaquim Silva e Luna, Diretor-Geral brasileiro de Itaipu. “O local jamais será o mesmo, pois está sendo construída mais uma ponte fundamental para o desenvolvimento da região e do Brasil”.

A estrutura da Ponte da Integração, que irá facilitar a logística de cargas e melhorar o trânsito na Ponte da Amizade, é monumental: terá 760 metros de comprimento e vão-livre de 470 metros (maior do País entre pontes estaiadas), com duas torres de 120 metros de altura. A pista será simples, com 3,7 metros de largura de cada lado, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

A Ponte da Integração está sendo financiada pela Itaipu Binacional, ao custo de R$ 323 milhões. A gestão da obra está a cargo do Governo do Paraná, sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Logística, e deverá estar pronta em meados de 2022.

“Essa obra é muito complexa tecnicamente, tanto é que estamos trabalhando com uma equipe muito experiente, contou André Toledo de Carvalho, Coordenador do Consórcio Responsável pela ponte. “Têm empresas especializadas em fundações, outras especializadas na parte do estaiamento, por exemplo, são várias empresas envolvidas neste projeto”.

Atualmente há cerca de 350 pessoas no canteiro de obras, a maior parte na margem brasileira, de acordo com a Itaipu Binacional.

Um dos pilares de sustentação da ponte, que terá 36 metros de altura, já está em 32 metros e avança 20 centímetros por hora, ou seja, quase 5 metros por dia. Cada um desses pilares tem alturas diferentes. O principal tem ao todo 120 metros.

Uma ponte estaiada é uma construção arrojada, suspensa por cabos de aço revestidos, ancorados em mastros centrais de concreto armado.

Quatro elementos principais compõem esse tipo de obra: os estais (cabos que suportam os tabuleiros), os mastros (ou torres), o tabuleiro (composto por vigas e laje) e a fundação.

Portanto, a base de toda a construção da Ponte da Integração está apoiada em aço. Um dos principais é o aço de protensão, utilizado nas estruturas e que tem a capacidade de suportar cargas maiores, principalmente vãos maiores. Isso ocorre devido à aplicação de tensão nos cabos de aço que fazem parte da armação antes dela receber sua carga final.

As estruturas em aço têm muitas vantagens na construção de uma ponte estaiada como a da Integração. Se comparado com o concreto, por exemplo, a estrutura metálica é a melhor alternativa técnica nos empreendimentos com grandes vãos livres, como é o caso da Ponte da Integração.

Mais do que isso: O sistema em aço não gera resíduo, é mais leve e proporciona economia nas fundações. Por ser ágil e moderno, esse método construtivo é interessante, pois a obra da Ponte da Integração apresenta um prazo curto de execução. Vale lembrar que os materiais já chegam prontos ao local da obra - evitando o trânsito de caminhões betoneiras.

Construção a todo vapor

Do lado brasileiro, a Ponte da Integração teve as obras iniciadas em agosto do ano passado. A baixa vazão no Rio Paraná contribuiu para que os operários acelerassem os trabalhos de fundações dos pilares principais. Na margem brasileira, os blocos de fundação dos pilares principais já foram concluídos. Em seguida, terá início a fase de armação e concretagem da torre-mastro, onde a grua principal já está montada.

Já do lado paraguaio, o dique de proteção também está pronto. A próxima etapa é a detonação em rocha. No canteiro de obras, a terraplanagem também foi feita e as edificações estão em fase de conclusão.

A Ponte da Integração será a maior ponte em vão-livre do Brasil. Todo o transporte de cargas entre os dois países será feito pela nova passagem, tirando da Ponte da Amizade, atualmente a única ligação entre os dois países, o trânsito pesado e liberando o local para atender somente turistas e passageiros.

O principal objetivo da Ponte da Integração é promover ainda mais os negócios entre o Brasil e o Paraguai e, especialmente, permitir o acesso e a troca de mercadorias entre outros países próximos, como Argentina, Chile e Bolívia, por exemplo.

Usiminas anuncia reajuste de 10% nos preços a partir de  hoje, dizem fontes

Revista Arquitetura & Aço 02/07/2020


Muito aço vai suportar o peso da nova união entre o Brasil e o Paraguai. É que uma nova ponte está sendo construída sobre o Rio Paraná, para ligar as cidades de Foz do Iguaçu (PR) e Presidente Franco, em território paraguaio.

“É verdadeiramente um momento histórico, pois sabemos que é um sonho de mais de 30 anos”, avaliou o general Joaquim Silva e Luna, Diretor-Geral brasileiro de Itaipu. “O local jamais será o mesmo, pois está sendo construída mais uma ponte fundamental para o desenvolvimento da região e do Brasil”.

A estrutura da Ponte da Integração, que irá facilitar a logística de cargas e melhorar o trânsito na Ponte da Amizade, é monumental: terá 760 metros de comprimento e vão-livre de 470 metros (maior do País entre pontes estaiadas), com duas torres de 120 metros de altura. A pista será simples, com 3,7 metros de largura de cada lado, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

A Ponte da Integração está sendo financiada pela Itaipu Binacional, ao custo de R$ 323 milhões. A gestão da obra está a cargo do Governo do Paraná, sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Logística, e deverá estar pronta em meados de 2022.

“Essa obra é muito complexa tecnicamente, tanto é que estamos trabalhando com uma equipe muito experiente, contou André Toledo de Carvalho, Coordenador do Consórcio Responsável pela ponte. “Têm empresas especializadas em fundações, outras especializadas na parte do estaiamento, por exemplo, são várias empresas envolvidas neste projeto”.

Atualmente há cerca de 350 pessoas no canteiro de obras, a maior parte na margem brasileira, de acordo com a Itaipu Binacional.

Um dos pilares de sustentação da ponte, que terá 36 metros de altura, já está em 32 metros e avança 20 centímetros por hora, ou seja, quase 5 metros por dia. Cada um desses pilares tem alturas diferentes. O principal tem ao todo 120 metros.

Uma ponte estaiada é uma construção arrojada, suspensa por cabos de aço revestidos, ancorados em mastros centrais de concreto armado.

Quatro elementos principais compõem esse tipo de obra: os estais (cabos que suportam os tabuleiros), os mastros (ou torres), o tabuleiro (composto por vigas e laje) e a fundação.

Portanto, a base de toda a construção da Ponte da Integração está apoiada em aço. Um dos principais é o aço de protensão, utilizado nas estruturas e que tem a capacidade de suportar cargas maiores, principalmente vãos maiores. Isso ocorre devido à aplicação de tensão nos cabos de aço que fazem parte da armação antes dela receber sua carga final.

As estruturas em aço têm muitas vantagens na construção de uma ponte estaiada como a da Integração. Se comparado com o concreto, por exemplo, a estrutura metálica é a melhor alternativa técnica nos empreendimentos com grandes vãos livres, como é o caso da Ponte da Integração.

Mais do que isso: O sistema em aço não gera resíduo, é mais leve e proporciona economia nas fundações. Por ser ágil e moderno, esse método construtivo é interessante, pois a obra da Ponte da Integração apresenta um prazo curto de execução. Vale lembrar que os materiais já chegam prontos ao local da obra - evitando o trânsito de caminhões betoneiras.

Construção a todo vapor

Do lado brasileiro, a Ponte da Integração teve as obras iniciadas em agosto do ano passado. A baixa vazão no Rio Paraná contribuiu para que os operários acelerassem os trabalhos de fundações dos pilares principais. Na margem brasileira, os blocos de fundação dos pilares principais já foram concluídos. Em seguida, terá início a fase de armação e concretagem da torre-mastro, onde a grua principal já está montada.

Já do lado paraguaio, o dique de proteção também está pronto. A próxima etapa é a detonação em rocha. No canteiro de obras, a terraplanagem também foi feita e as edificações estão em fase de conclusão.

A Ponte da Integração será a maior ponte em vão-livre do Brasil. Todo o transporte de cargas entre os dois países será feito pela nova passagem, tirando da Ponte da Amizade, atualmente a única ligação entre os dois países, o trânsito pesado e liberando o local para atender somente turistas e passageiros.

O principal objetivo da Ponte da Integração é promover ainda mais os negócios entre o Brasil e o Paraguai e, especialmente, permitir o acesso e a troca de mercadorias entre outros países próximos, como Argentina, Chile e Bolívia, por exemplo.



 ECONOMIA
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Usiminas anuncia reajuste de 10% nos preços a partir de  hoje, dizem fontes

Revista Arquitetura & Aço 02/07/2020


Muito aço vai suportar o peso da nova união entre o Brasil e o Paraguai. É que uma nova ponte está sendo construída sobre o Rio Paraná, para ligar as cidades de Foz do Iguaçu (PR) e Presidente Franco, em território paraguaio.

“É verdadeiramente um momento histórico, pois sabemos que é um sonho de mais de 30 anos”, avaliou o general Joaquim Silva e Luna, Diretor-Geral brasileiro de Itaipu. “O local jamais será o mesmo, pois está sendo construída mais uma ponte fundamental para o desenvolvimento da região e do Brasil”.

A estrutura da Ponte da Integração, que irá facilitar a logística de cargas e melhorar o trânsito na Ponte da Amizade, é monumental: terá 760 metros de comprimento e vão-livre de 470 metros (maior do País entre pontes estaiadas), com duas torres de 120 metros de altura. A pista será simples, com 3,7 metros de largura de cada lado, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

A Ponte da Integração está sendo financiada pela Itaipu Binacional, ao custo de R$ 323 milhões. A gestão da obra está a cargo do Governo do Paraná, sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Logística, e deverá estar pronta em meados de 2022.

“Essa obra é muito complexa tecnicamente, tanto é que estamos trabalhando com uma equipe muito experiente, contou André Toledo de Carvalho, Coordenador do Consórcio Responsável pela ponte. “Têm empresas especializadas em fundações, outras especializadas na parte do estaiamento, por exemplo, são várias empresas envolvidas neste projeto”.

Atualmente há cerca de 350 pessoas no canteiro de obras, a maior parte na margem brasileira, de acordo com a Itaipu Binacional.

Um dos pilares de sustentação da ponte, que terá 36 metros de altura, já está em 32 metros e avança 20 centímetros por hora, ou seja, quase 5 metros por dia. Cada um desses pilares tem alturas diferentes. O principal tem ao todo 120 metros.

Uma ponte estaiada é uma construção arrojada, suspensa por cabos de aço revestidos, ancorados em mastros centrais de concreto armado.

Quatro elementos principais compõem esse tipo de obra: os estais (cabos que suportam os tabuleiros), os mastros (ou torres), o tabuleiro (composto por vigas e laje) e a fundação.

Portanto, a base de toda a construção da Ponte da Integração está apoiada em aço. Um dos principais é o aço de protensão, utilizado nas estruturas e que tem a capacidade de suportar cargas maiores, principalmente vãos maiores. Isso ocorre devido à aplicação de tensão nos cabos de aço que fazem parte da armação antes dela receber sua carga final.

As estruturas em aço têm muitas vantagens na construção de uma ponte estaiada como a da Integração. Se comparado com o concreto, por exemplo, a estrutura metálica é a melhor alternativa técnica nos empreendimentos com grandes vãos livres, como é o caso da Ponte da Integração.

Mais do que isso: O sistema em aço não gera resíduo, é mais leve e proporciona economia nas fundações. Por ser ágil e moderno, esse método construtivo é interessante, pois a obra da Ponte da Integração apresenta um prazo curto de execução. Vale lembrar que os materiais já chegam prontos ao local da obra - evitando o trânsito de caminhões betoneiras.

Construção a todo vapor

Do lado brasileiro, a Ponte da Integração teve as obras iniciadas em agosto do ano passado. A baixa vazão no Rio Paraná contribuiu para que os operários acelerassem os trabalhos de fundações dos pilares principais. Na margem brasileira, os blocos de fundação dos pilares principais já foram concluídos. Em seguida, terá início a fase de armação e concretagem da torre-mastro, onde a grua principal já está montada.

Já do lado paraguaio, o dique de proteção também está pronto. A próxima etapa é a detonação em rocha. No canteiro de obras, a terraplanagem também foi feita e as edificações estão em fase de conclusão.

A Ponte da Integração será a maior ponte em vão-livre do Brasil. Todo o transporte de cargas entre os dois países será feito pela nova passagem, tirando da Ponte da Amizade, atualmente a única ligação entre os dois países, o trânsito pesado e liberando o local para atender somente turistas e passageiros.

O principal objetivo da Ponte da Integração é promover ainda mais os negócios entre o Brasil e o Paraguai e, especialmente, permitir o acesso e a troca de mercadorias entre outros países próximos, como Argentina, Chile e Bolívia, por exemplo.

Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço
www.inda.org.br