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Siderurgia: Inda descarta queda do preço do aço no curto prazo

 


Infomoney, 7/1/2009

.A siderurgia foi um dos setores mais penalizados pela crise financeira depois de ter liderado a alta do Índice Bovespa em 2007. E como fica o cenário para o setor este ano?

Em entrevista à InfoMoney TV, o presidente do Inda (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço), Christiano da Cunha Freire, afirmou acreditar em recuperação no segundo semestre e disse que a alta do dólar não abre espaço para grande queda de preços no Brasil. Confira a entrevista completa no link abaixo:

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Recuperação só a partir do 2º semestre

 

Jornal do Commercio - RJ, 5/1/2009

CAROLINA ELOY
DO JORNAL DO COMMERCIO

As empresas do setor de mineração e siderurgia somente devem apresentar alguma recuperação a partir do segundo semestre deste ano, de acordo com especialistas. A expectativa está relacionada aos cortes de produção que foram feitos pelas companhias em 2008. Com essas medidas, as empresas estimularam o consumo dos estoques, o que poderá levar a uma melhoria no preço do minério de ferro e do aço nos próximos meses.

Para o analista da Corretora Geração Futuro Carlos Kochenborger, é muito difícil traçar um cenário para o ano, mas, sem dúvida, afirmou, 2009 deverá ser um ano mais fraco em volume de vendas e de receita para as empresas. "O primeiro trimestre deve ser tão ruim ou até pior do que o último trimestre de 2008. Não é possível calcular com precisão o volume de estoque que está armazenado nas cadeias de distribuição. Somente no segundo semestre os estoques deverão estar mais condizentes com a demanda. Em 2009, o mundo vai trabalhar em ritmo diferente de antes da crise mundial, as empresas devem produzir menos e o consumo da população deverá diminuir", disse Kochenborger.

O preço dos principais insumos da siderurgia, como o minério de ferro e o carvão, ainda não foi definido. "Caso as projeções de queda destes dois produtos se confirmem, a rentabilidade das siderúrgicas pode ser mantida em um nível favorável mesmo com a queda dos preços do aço", afirmou Kochenborger.

O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), em uma previsão feita antes da crise mundial, estimava que a produção seria de 36,2 milhões de toneladas de aço bruto em 2008, expansão de 7,4% sobre o volume de 2007. A nova expectativa para o fechamento de 2008 é de crescimento de 1,1%, com produção de 34,1 milhões de toneladas.

2008. "O ano de 2008 terminou positivo para o setor, mesmo com a forte desaceleração do último trimestre. Para 2009, as expectativas são incertas. Muitas empresas estão usando este momento para fazer manutenção, pois, no caso de retomada da economia, não será preciso fazer outras paradas. Usiminas, Açominas, Arcelor Tubarão, Arcelor Mittal e Valorec tinham programado parada para 2009 e 2010, mas optaram por antecipar a manutenção", afirmou o vice-presidente executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes.

Para ele, o ponto fraco do mercado é a importação de aço chinês pela América Latina, que cresceu 50%. A redução do ritmo de crescimento da China pode gerar excedentes de aço, muito além das 50 milhões de toneladas exportadas "É de vital importância que o país preserve o mercado interno", explicou.

Para o setor de mineração, o ano dependerá de muitas variáveis. De acordo com o gerente de Dados Econômicos do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Antonio Lannes, no primeiro semestre será possível avaliar como a economia chinesa irá reagir aos pacotes adotados pelo governo. "Em 2009, as empresas devem diminuir o ritmo de produção com férias coletivas e demissões, mas o momento será de indefinições para o setor", afirmou Lannes.

Os chineses acumulam estoques e reduziram as encomendas de minério de ferro. A meta dos chineses é diminuir os preços do minério. Para Kochenborger, empresas como a Vale, por exemplo, devem adiar as negociações sobre o preço do aço com a China. "A China, maior consumidora de aço do mundo, tem muito estoque e desta forma pode pressionar pela redução do preço do minério", afirmou o analista.

As estimativas do Ibram indicam que, em 2008, a produção mineral brasileira deve alcançar R$ 54 bilhões, aumento de 17% se comparada a 2007, que foi de R$ 46 bilhões, excluídos petróleo e gás. A produção de minério de ferro registrou aumento acima de 16% em quantidade produzida. Ao considerar a indústria da mineração e transformação mineral, o valor da produção mineral brasileira deve subir para R$ 152 bilhões, valor 13% maior do que em 2007 (R$ 134 bilhões).

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Preço do aço pode voltar a subir com incentivos

 

Gazeta Mercantil, 8/1/2009

O preço do aço, que caiu 50% desde a cotação recorde alcançada em julho do ano passado, poderá experimentar uma recuperação na medida em que as usinas da China, maior produtora mundial do metal, aumentarem o nível de atividade com os gastos em infraestrutura planejados pelo governo do país.

O preço do minério de ferro, matéria-prima empregada nos altos-fornos das siderúrgicas, aumentou 24% desde 31 de outubro do ano passado, quando alcançou o valor mais baixo dos últimos três anos, segundo dados reunidos pela publicação setorial Metal Bulletin. O aço caiu por cinco meses consecutivos, segundo o boletim Steel Business Briefing.

"Os preços do aço vão subir este ano, com a alta do minério de ferro no mercado à vista", disse Michael Rawlinson, diretor de mineração, recursos minerais e combustíveis da corretora londrina Liberum Capital. "Há uma recuperação preliminar."

A China, que também é o maior consumidor mundial de aço, pretende gastar 4 trilhões de iuan (US$ 585 bilhões) em projetos habitacionais, estradas, ferrovias e aeroportos. Os Estados Unidos e o Japão também divulgaram pacotes de incentivo como reação à desaceleração da economia mundial, que reduziu a demanda por automóveis, navios e fábricas.

Apesar da expectativa positiva com os preços, a demanda permanecerá baixa nos próximos meses, de acordo com o Royal Bank of Scotland (RBS). Para o banco, o consumo de aço laminado não se estabilizará até o final do primeiro trimestre. Com a expectativa negativa, grandes produtores mundiais, como a gigante ArcelorMittal, decidiram reduzir a produção. No caso da empresa sediada em Luxemburgo, o corte da produção será de mais de 30%. Também está prevista a demissão de 9 mil funcionários.

Segundo relatório da RBS divulgado esta semana, a ArcelorMittal e a ThyssenKrupp, as duas maiores siderúrgicas da Europa, poderão dar baixa contábil em ativos avaliados em US$ 6,09 bilhões nos próximos trimestres, depois que a demanda pelo aço declinou.

A ArcelorMittal "adquiriu vários ativos durante os último 12 meses, muitos dos quais foram comprados na época dos altos preços das matérias-primas e do aço", escreveu Tim Huff, analista da RBS em Londres, em nota para os investidores. "Como resultados das dramáticas quedas nos preços, muitos desses ativos podem no momento ser considerados depreciados, o que leva a uma baixa contábil."

Os ativos da ArcelorMittal poderão ser depreciados entre US$ 2,4 bilhões e US$ 5 bilhões, escreveu Huff. A exposição à depreciação do ThyssenKrupp era de € 400 milhões a € 800 milhões (US$ 544 milhões a US$ 1,09 bilhão ) no último trimestre, acrescentou.

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ArcelorMittal suspende produção na Bósnia com crise de gás

 

O Estado de São Paulo, 7/1/2009

Outras utilizam estoques para operar, mas dizem que podem suspender produção se problema se prolongar

A ArcelorMittal, maior companhia siderúrgica do mundo, suspendeu temporariamente a produção de aço em sua unidade de Zenica, na Bósnia, por causa da redução na oferta de gás da Rússia. A siderúrgica de Zenica produz cerca de dois milhões de toneladas de aço por ano e emprega mais de três mil pessoas.

De acordo com a companhia, a unidade local de coque (queima de carvão) siderúrgico continuará a operar em níveis mais altos para gerar mais energia e compensar a redução na oferta de gás natural, enquanto o alto-forno será colocado em modo de manutenção. "Até este momento, unidades de outros países não foram prejudicadas pela falta de gás", disse um porta-voz da ArcelorMittal.

A Europa ficou totalmente sem o gás importado da Rússia, nesta quarta-feira, 7, devido à disputa entre a estatal russa Gazprom e a ucraniana Naftogaz. As duas empresas trocam acusações sobre a paralisação do envio de gás ao resto do continente, em pleno inverno europeu. Os principais países afetados são França, Alemanha, Itália, Áustria, Croácia, Bósnia, Sérvia, Macedônia, Grécia, Bulgária, Romênia, Hungria e Polônia.

"A Rússia interrompeu todo o trânsito pela Ucrânia" às 3h44 (de Brasília), disse o porta-voz da Naftogaz Valentin Zemlyansky. "A Rússia deixou a Europa sem gás", acrescentou. Já os russos dizem que a iniciativa partiu do vizinho. " A Ucrânia cortou o último gasoduto por onde o gás russo abastecia a Europa", disse o vice-presidente da Gazprom, Alexandr Medvedev à agência de notícias estatal russa Itar-tass.

A decisão representa um aprofundamento severo da crise de gás Rússia-Ucrânia, que já fez com que 17 países europeus registrassem falta de gás desde ontem e ameaça causar mais interrupções durante o inverno na região. A União Europeia importa 40% do total de seu consumo de gás natural da Rússia, e 80% do produto passa pelo território ucraniano.

Outras empresas do setor de siderurgia afirmam à agência Dow Jones que níveis elevados de estoques e fontes alternativas de energia estão evitando que a produção seja afetada pela disputa, mas esse quadro pode mudar se a situação se prolongar.

A fabricante de aços especiais austríaca Voestalpine, embora não preveja que sua produção será afetada a menos que os cortes se estendam por muitas semanas, pode ser forçada a adaptar métodos de produção caso os cortes da oferta persistam além da semana que vem.

A KGHM Polska Miedz, maior fabricante de cobre da Polônia, disse que o recebimento de gás natural da PGNiG não foi reduzido, mas isso pode mudar se restrições forem impostas por fornecedores de gás ao país. A companhia depende totalmente do combustível para produzir concentrados de cobre.

Diplomacia

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, telefonou para os primeiros-ministros da Rússia e da Ucrânia nesta quarta para convencê-los a retomar a oferta de combustível para o mercado europeu. Barroso disse que todos os compromissos existentes para o fornecimento de gás aos 27 países do bloco deverão "ser honrados sob quaisquer circunstâncias."

"O presidente Barroso falou nesta manhã com os primeiros-ministros Vladimir Putin e Yulia Tymoshenko e pediu que eles restabeleçam o envio de gás imediatamente", disse uma porta-voz da Comissão. "É inaceitável que a segurança do fornecimento de gás para a UE tenha seja refém de negociadores de ambos os países", disse a porta-voz.

A Comissão Europeia estuda o envio de observadores à Ucrânia para verificar qual o fluxo de gás natural enviado pela Rússia à Ucrânia.

Redução

Na segunda-feira, o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a gigante estatal de energia OAO Gazprom a reduzir o envio de gás via Ucrânia no volume equivalente ao que Moscou acusava Kiev de roubar.

As negociações entre os dois lados devem ser retomadas na quinta-feira, à medida que a União Europeia fica cada vez mais preocupada com a crise, iniciada em 1 de janeiro quando a Rússia cortou o fornecimento de gás para o mercado doméstico ucraniano.

As relações entre a Rússia e o governo pró-ocidental ucraniano são tensas devido à iniciativa de Kiev em entrar para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

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Siderúrgicas tentam elevar seus preços

 


Valor Econômico, 7/1/2009


Num sinal prematuro de que alguns preços siderúrgicos podem ter chegado a seu piso, fabricantes de aço nos Estados Unidos, China e outros países estão experimentando fazer anúncios de altas para certos produtos e reabrindo um punhado de usinas que haviam sido fechadas por causa da baixa demanda alguns meses atrás.

Ainda não está claro se os aumentos vão vingar. Os fornecedores de aço costumam anunciar altas de preço ou sobretaxas especiais mas voltam atrás quando clientes regateiam ou quando a concorrência não faz o mesmo. Também não está claro se as altas refletem aumento na demanda ou redução nos estoques.

Em dificuldades, montadoras, empreiteiras e fabricantes de eletrodomésticos e equipamentos reduziram suas compras de aço. A maioria das usinas que fecharam nos últimos meses continua desligada e muitas ao redor do mundo estão operando a menos de 50% de sua capacidade.

Mas as siderúrgicas deram sinais de estar cautelosamente otimistas de que há demanda suficiente para sustentar aumentos de preços em algumas partes do mundo. A Allegheny Technologies Inc., com sede nos EUA, informou que aumentaria em 55% suas sobretaxas em aços elétricos em fevereiro, para US$ 321 a tonelada curta. (Uma tonelada curta é cerca de 907 quilos.) As sobretaxas são aplicadas sobre preços base, geralmente para compensar custos com matéria-prima, e podem variar mensalmente.

A também americana AK Steel Holding Corp. informou que está aumentando de US$ 10 para US$ 165 por tonelada curta a sobretaxa para pedidos de aço elétrico despachados em fevereiro.

A ArcelorMittal, que exibe a maior produção de aço do mundo, disse que vai reabrir sua usina de fios e cabos de aço no Estado americano da Carolina do Sul na próxima terça-feira. A companhia, que tem sede em Luxemburgo, fechou a maior parte da usina em dezembro, demitindo 300 funcionários, sob alegação de fraca demanda e preços baixos.

Na China, várias siderúrgicas anunciaram altas de preços de 5% a 25% para vários produtos. A Baosteel Group Co. e a Anshan Iron & Steel Group Corp. informaram que vão aumentar seus preços para aço laminado a quente, um produto básico que é transformado para vários fins. A Baosteel também afirmou que vai aumentar a produção de algumas de suas usinas.

Na Turquia, o preço de laminados a quente fabricados no país vai subir cerca de 4,5% este mês, para US$ 460 a tonelada, porque a demanda na construção civil começou a retornar. Executivos do setor no Japão disseram ontem que prevêem um início de recuperação do aço em meados do ano, conforme os estoques caiam e as siderúrgicas reduzam a produção.

A siderurgia é um dos termômetros da economia mundial porque o metal é usado para uma infinidade de produtos, de eletrodomésticos a pontes. As altas propostas e as reaberturas isoladas de fábricas indicam que partes da base industrial mundial pode estar menos anêmica.

Analistas de siderurgia, notando que o mercado continua fraco, em geral, disseram que as altas propostas podem ser reflexo de uma queda de estoques, em vez de alta da demanda. "A demanda de aço provavelmente vai continuar fraca em 2009", segundo a Moody's Investor Service. "Esperamos que o ritmo de movimento para baixo se reduza e que um nível de estabilidade ocorra no segundo semestre."

As siderúrgicas americanas estão apostando no plano de estímulo do governo do presidente eleito Barack Obama para alimentar a demanda por projetos de infra-estrutura, embora isso possa levar um ano para beneficiar fabricantes de aço.

Certos países europeus estão mais distantes de uma possível recuperação, disseram analistas. Usinas alemãs, ucranianas e polonesas ainda estão cortando produção e demitindo trabalhadores para alinhar a produção à demanda.

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Empresários apelam ao governo por corte nos juros

 

Exame, 7/1/2009

BRASÍLIA (Reuters) - Empresários dos setores produtivo e financeiro reunidos com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, apelaram nesta quarta-feira pela redução da taxa de juros, chegando a sugerir a antecipação da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que acontece neste mês.

Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, houve uma unanimidade sobre a redução dos juros no setor privado, em meio à crise financeira internacional.

"Aconteceu um milagre, o próprio representante dos bancos pediu a antecipação da reunião do Copom para a redução da taxa de juros", comentou a jornalistas. Os bancos estavam representados pelo presidente do Bradesco, Marcio Cypriano.

A taxa de juros está em 13,75 por cento e a próxima reunião do Copom que discutirá uma possível alteração está marcada para os dias 20 e 21. Meirelles evitou dar resposta, segundo os empresários.

O presidente da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, disse que o encontro do empresariado com o ministro passará a ser mensal. A iniciativa tem como objetivo criar um canal direto entre o governo e o setor privado durante a crise.

"Nesta reunião não foi apresentada uma relação de medidas concretas que o governo vai anunciar", disse Godoy.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, contou que foi discutido o pacote que o governo deve anunciar nos próximos dias para o incentivo da construção de habitações populares.

A sugestão do setor é que o governo promova por meio da redução de impostos e por investimentos públicos a construção de 8 milhões de unidades em 15 anos, o que corresponde a 350 bilhões de reais.

Simão, que pediu um corte de pelo menos 0,5 ponto percentual na taxa de juros, afirmou que durante a reunião foram discutidos projetos genéricos e que medidas concretas não chegaram a ser debatidas.

Questionado se o governo pediu a manutenção do emprego como contrapartida às medidas, Simão negou. "Não houve pedido nenhum para evitar demissões, mas está implícito que todas as medidas vão nesse sentido", disse.

Os empresários apresentaram também outras demandas ao governo para conter os efeitos da crise, como a ampliação da oferta de crédito, a desoneração dos investimentos e a redução da carga tributária.

Reivindicaram ainda que o governo garanta a segurança jurídica de eventuais acordos trabalhistas fechados entre as empresas e os trabalhadores.

Estavam representados no encontro também os setores de automóveis, autopeças, siderurgia, alimentos, construção civil e varejo.

Nos últimos meses, o governo vem anunciando medidas de combate aos efeitos da turbulência internacional, entre elas a ampliação do crédito e a redução de impostos como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para compra de automóveis.

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